BRUNO EMANUEL
 


Para ver o efeito do poder do pensamento remeto-o, também, para um caso descrito no livro “A vida secreta da água” de Masaru Emoto.

No seu livro Masaru Emoto relata o caso do Dr. Shinichiro Terayama, director da Sociedade Médica Holística do Japão.

Este médico foi diagnosticado com um cancro fatal nos rins. Depois do diagnóstico ele começou um ritual de se levantar todos os dias muito cedo e ir para a varanda do seu apartamento ver nascer o Sol e cumprimentá-lo.

Ao olhar o sol todos os dias, compreendeu que a vida é uma dádiva e a palavra “OBRIGADO” começou a sair da sua boca. Proferia palavras de apreço e gratidão a todas as suas células.

Eventualmente o cancro entrou em remissão e ficou curado.

Agora entende o porquê de agradecer a tudo o que tem; a tudo o que faz e a tudo o que vê?

Este estudo é uma das provas de que você com os seus pensamentos negativos quando, por exemplo, está a fazer alguma coisa de que não gosta ou quando se rodeia com pessoas que só falam do que está mal, o seu corpo vai dar-lhe sinais de que se está a prejudicar.

Repito-me:

Tenha cuidado com o que pensa, diz e fala. Você tem o poder de cura, mas também da destruição. Qual é que você quer escolher?

Dou-lhe um exemplo...

Há cerca de duas semanas atrás, eu todos os dias, pelo menos 1 hora, ia à biblioteca perto de minha casa. Eu, conhecendo todos os funcionários da biblioteca, fiquei surpreso por uma rapariga que estava a trabalhar, mas que eu não conhecia.

Fiquei, a saber, que ela estava a estagiar.

Durante a semana toda não ouve um dia em que as senhoras que já lá trabalhavam não dissessem mal da rapariga. Ou era porque não fazia bem a sua tarefa, ou era porque não gostavam da sua maneira de vestir.

E o pior era que na presença da rapariga, elas distribuíam sorrisos, e tratavam-na razoavelmente bem.

Durante 4 dias eu “apanhei” sempre duas funcionárias a “cortar na casaca”.

No quinto dia, observei que a rapariga não estava bem. Fisicamente estava muito pálida. E vim a confirmar que eu estava certo.

Ela nesse dia pediu para sair porque estava a sentir-se muito mal e para a levarem para o hospital.


Agora pense no que é se terá passado? Ela desde que entrou na biblioteca esteve sempre a ser bombardeada por negatividade.

As intenções das funcionárias mais velhas eram de que ela não era bem vinda.

O nosso corpo sente e reage ao pensamento e á intenção.

Por isso lembro-lhe da importância dos pensamentos de gratidão e amor.

Lembre-se que sempre que alguém está a tratá-lo menos bem responda com o seu amor. Não faça o seu jogo e comece a tratar-lo também mal. Isso é dar o seu poder ao outro.

A sua energia é literalmente sugada.

Diga mentalmente: “Eu amo-te”. Algo mágico acontecerá.

Se a outra pessoa não mudar o que acontecerá é ela ir-se embora. Como a sua vibração aumenta a da outra pessoa, se não aumentar a dela, não consegue estar no mesmo espaço físico que você.

Tem que evitar tudo aquilo que o enfraquece.

Lembre-se sempre que tudo conta!


- Será que os noticiários no rádio e televisão o fortalecem ou enfraquecem?
- Será que os alimentos processados o fortalecem ou enfraquecem?
- Será que os pensamentos negativos o fortalecem ou enfraquecem?

(Texto de um curso online da minha autoria)
 
 
A maioria das pessoas com quem eu lido, dizem que não sabem aquilo que querem.

Isso são TRETAS.

Elas SABEM MUITO BEM aquilo que querem. Elas apenas têm medo de não ser o suficientemente boas; o medo de não ser o suficientemente inteligentes; o medo de não ser o suficientemente criativos; o medo de não ter uma licenciatura; o medo do falhanço; o medo de não fazer dinheiro e perder dinheiro fazendo-o; o medo de perder aqueles que ama; o medo da rejeição; o medo de adoecer...

Isto PÁRA-OS. Imobiliza-os, criando uma capa para a sua clareza de objectivos presentes nos seus corações.

E nos seus corações está a revelação da sua missão, da sua INSPIRAÇÃO.

E o seu medo, OS SEUS MEDOS, bloqueiam-nos daquilo que REALMENTE QUEREM. Bloqueiam-nos dos SEUS SONHOS.

Por causa dos seus medos eles nunca planeiam uma estratégia na altura, para ultrapassar os seus medos.
E depois, enganam-se a si próprios, dizendo que não sabem aquilo que querem. Pensam que o melhor é não provar o cálice da alegria e do sucesso, porque, quando este faltar, não irão sofrer tanto.

Por falar em enganar-se a si próprio...

Conhece a história do lobo e do Shiva? Eu passo a contar.

Era uma vez um lobo que caminhava pela floresta, quando se aproximou de um templo dedicado ao deus Shiva.
“Faz quase um dia inteiro que estou a caçar e ainda não consegui apanhar nada. Será que isto é um sinal? Talvez eu deva aproveitar este dia para fazer um jejum em honra de Shiva.” Pensou o lobo.
E sentou-se ao lado do templo para meditar.
O que o lobo não sabia era que Shiva estava a observá-lo. Então, Shiva, para testar a sinceridade do lobo, transformou-se em ovelha e apareceu diante do templo.
O lobo sentindo o cheiro da caça com que tanto sonhava, saiu do transe e foi atrás da ovelha. Mas em cada ataque seu, a ovelha era capaz de reagir com uma rapidez que ele nunca viu. Depois de quase meia-hora de esforço, o lobo desistiu e voltou á sua meditação, consolando-se a si mesmo:
“Sou um animal fiel; não quebrei o jejum em honra de Shiva.”

ENTENDEU? Você, NÓS, estamos constantemente a AUTOSABOTARMO-NOS.

Dizemos que queremos algo, mas não levantamos o cuzinho do lugar para fazer isso. E depois dizemos que a vida é difícil e que temos de sofrer muito para ter algum conforto.

Diga-me: QUANTAS VEZES por dia, você faz os seus exercícios para ATRAIR a vida que quer? QUANTAS VEZES por dia visualiza a vida que quer para si?
QUANTAS VEZES por hora, minutos e segundos foca a sua atenção no que realmente deseja?

Hum...Aposto que está a pensar que não tem tempo. Que tem que arranjar um tempinho para “essas coisas”.

Certo?

É assim que quer mudar a sua vida?

Se não faz nada para mudar, se não põe a sua atenção, o seu empenho, o seu sacrifício, a sua VIDA na sua intenção/objectivo, COMO ESPERA TER RESULTADOS?

Você é o criador da sua vida. Lembra-se de eu lhe ter dito isto?

E como é que você cria conscientemente?

Bem, para isso eu vou-lhe dar umas noções de Física Quântica. Não se assuste!



Nós criamos a realidade de acordo com os padrões de associação que já existem dentro de nós, ou seja, através do CONDICIONAMENTO.

Então, é possível que o mundo todo seja uma grande ILUSÃO da qual não conseguimos sair para a verdadeira REALIDADE?

Se estamos ou não a viver num grande mundo virtual, é uma pergunta sem uma boa resposta, é um GRANDE “PROBLEMA” FILOSÓFICO.

A física quântica calcula apenas POSSIBILIDADES.

Em vez de pensarmos nas coisas como possibilidades, temos o hábito de pensar que os objectos que nos rodeiam, existem sem a nossa contribuição, sem a nossa ESCOLHA... Você precisa banir essa forma de pensar; e reconhecer que no mundo material - as cadeiras, as mesas, as salas, os tapetes - não são nada além de possíveis movimentos da CONSCIÊNCIA.

E você, tal e qual como eu, pode escolher MOMENTOS nesses MOVIMENTOS para MANIFESTAR a EXPERIÊNCIA QUE QUER.

É algo tão RADICAL que precisamos compreender, mas é muito difícil, pois achamos que o mundo já existe independentemente da nossa experiência.

Mas não é assim, e a física quântica é bem clara.

O próprio Heisenberg, depois da descoberta da Física Quântica, disse que os átomos não são objectos. São TENDÊNCIAS. Em vez de pensar em objectos, você deve pensar em POSSIBILIDADES.


TUDO É POSSIBILIDADE SUBCONSCIENTEMENTE!


A cada instante, as pessoas estão a afectar a realidade que vêem. Mas se elas não afectam a realidade de uma forma consistente, é porque NÃO ACREDITAM que possam fazê-lo.

Elas escrevem num papel uma intenção, por exemplo, e logo depois a apagam, pois acham que isso é uma tolice. "Não consigo fazer isso" pensam. Escrevem de novo e apagam logo de seguida.

Se você acreditar que pode andar sobre a água, isso acontecerá. É como pensamento positivo que é um conceito maravilhoso.
Mas, geralmente temos uma névoa de pensamento positivo, cobrindo uma enorme massa de pensamento negativo. Pensar positivo apenas disfarça o nosso pensamento negativo.

Quando pensamos em objectos, tornamos a realidade mais completa do que realmente ela é. E é aí que você fica preso.
Ficamos presos na uniformidade da realidade, pois se ela é completa e eu sou insignificante, não posso alterá-la. Mas, se a realidade É A MINHA POSSIBILIDADE - possibilidade da própria consciência – aí SIM, podemos alterá-la...

No antigo paradigma, não podíamos mudar nada, pois não tínhamos um papel na realidade.

Ela já estava lá, feita de objectos que se moviam de acordo com certas leis. A matemática determinava como reagiriam em determinada situação. Nós não tínhamos nenhum papel...

Na nova visão quântica, EU E VOCÊ É QUE ESCOLHEMOS A EXPERIÊNCIA:

Dessa forma EU CRIO A MINHA PRÓPRIA REALIDADE.

As pessoas continuam a trabalhar, continuam a fazer as mesmas coisas de sempre. A almoçar, a chatearem-se no trânsito, a discutir com o empregado... Elas vão para casa e vivem a vida como se nada de especial estivesse acontecido, pois é assim que se acostumaram; existe essa INCRÍVEL MAGIA à sua frente e elas não vêem.

Existem ondas de possibilidades onde tudo é possivel. Imagine um oceano de possibilidades. Tudo está a acontecer ao mesmo tempo, todas as escolhas que imaginou ou não imaginou, o seu passado, o seu presente, o seu futuro está tudo ali naquele oceano de possibilidades. A partir do momento em que escolhe alguma possibilidade. BUM! É criado uma realidade sólida!


Remeto-o para uma experiência interessante para entender o que tenho dito.
Se estiver a olhar para um microscópio e quiser ver ondas. É isso que verá. A partir do momento em que decide observar, no mesmo microcópio, partículas, é isso que vai ver. E as ondas deixam de estar lá.

Como é que isto é possível?

Significa que você, sendo um OBSERVADOR se tiver uma INTENÇÃO, cria-a INSTANTANEAMENTE.
Havendo um observador, a realidade é criada!
Por isso, cuidado com aquilo que pensa, diz e faz.
Você vive num oceano de possibilidades infinitas. E você é um criador.



Sempre que diz:

“Eu não sou suficientemente bom” PUFF! Cria essa possibilidade

“ Eu não sou bonito.” PUFF! Cria essa possibilidade.

“Eu não sou inteligente o suficiente.” PUFF! Cria essa possibilidade
.
“Eu estou cheio de dividas” PUFF! Cria essa possibilidade

Tudo o que o rodeia é UMA ILUSÃO.

Se, por exemplo, não está a gostar do que está a observar na sua realidade. Olhe para o lado!

O que significa isto?

Se está a pensar em coisas que não deve. Olhe para uma árvore; olhe para o céu. E relaxe. Sinta o presente!

Tem que ter em atenção, para criar conscientemente, a TUDO O QUE FAZ, PENSA E DIZ.

Quer você queira, quer não, você está constantemente a criar. Se já criou tantas desgraças para si, não acha que você consegue criar algo MUITO MELHOR? :-)

Você é um ser ilimitado com um potencial de criar ilimitado!

Do que é que esta á espera para começar a criar com consciência?

Como é que se pode começar a ser alguém com muita ABUNDÂNCIA?

COMECANDO-O A SER. Seja AGORA aquilo que sonha. Faça AGORA aquilo que quer.

Não pense que é. Seja-o agora!

Têm que pensar, tem que falar e tem que ser agora aquilo que deseja. Só assim cria a sua realidade de abundância.

Mergulhe profundamente no AGORA; no PRESENTE.

Só assim se liberta dos condicionamentos da sua mente. Só assim consegue fazer com que a sua mente pare de pensar no futuro e pare de relembrar o passado!

(Texto de um curso da minha autoria...)
 
 
Todas as propostas de regulamentação existentes nada farão para proteger o público de perigos eminentes para a sua saúde

Nos Estados Unidos da América há centenas de alimentos geneticamente modificados a aparecer constantemente no mercado, os quais contêm genes extraídos de animais, peixes, insectos, vírus e bactérias. A menos que o público levante a voz para protestar sobre leis governamentais que estabeleçam claramente as proveniências desses mesmos alimentos, dizem muitos cientistas, a saúde pública será afectada indefinidamente. Aqui tentamos estabelecer os motivos para as preocupações dos cientistas:

A mutação genética é imprevisível.
Dada a infinita complexidade do código genético, mesmo os organismos mais simples, como as bactérias, ninguém pode prever quais os efeitos da introdução de novos genes em determinado produto. Assim, não é possível estabelecer quais os efeitos a longo prazo sobre a nossa saúde. Isto porque;
➢ O gene transposto pode actuar de forma diferente dentro do novo hospedeiro;
➢ A inteligência genética original do hospedeiro será interrompida;
➢ A nova combinação dos genes do hospedeiro e o gene transposto terá resultados imprevisíveis.

O transporte contra-natura de um gene de uma espécie para outra é perigoso.
As companhias de biotecnologia afirmam, erroneamente, que as suas manipulações genéticas são semelhantes ás mudanças genéticas que ocorrem na natureza de forma tradicional. Todavia, os transportes genéticos entre diferentes espécies, tais como entre peixes e tomates, ou entre outras espécies em nada relacionadas, nunca ocorreria na natureza e podem de facto criar novas toxinas, doenças e fraquezas. Nestas experiências, bastante arriscadas, o público em geral é o rato de laboratório. As companhias de biotecnologia também afirmam que os seus métodos são precisos. Na verdade há um elemento de “sorte” nos métodos de inserção genética. A investigação genética mostra que há muitas fraquezas nas plantas, animais e humanos, as quais têm a sua origem em minúsculas imperfeições do código genético. Assim sendo, efeitos secundários e acidentes são inevitáveis, e os cientistas asseguram-nos que os riscos são ilimitados.

Efeitos sobre a saúde imprevisíveis e novas doenças.
Quando os engenheiros genéticos inserem um novo gene em qualquer organismo dá-se uma “posição-efeito” a qual se traduz por um padrão genético de funcionamento imprevisível. O produto proteico do gene transposto pode produzir reacções inesperadas e toxinas ainda não identificadas ou mesmo completamente novas. Também há uma preocupação séria sobre o uso de vírus e bactérias geneticamente modificados como veículos de transposição (vectores) no processo de geração de plantas e animais transgénicos. Isto poderia tornar instável o genoma e levar a uma transferência horizontal para outras espécies, incluindo mamíferos. Como consequência poderão surgir novas doenças, resistência a antibióticos, e reacções severas do sistema imunitário. A engenharia genética também interfere com o RNA da célula e, por conseguinte, com o processo de cópia molecular o que poderá conduzir ao aparecimento de doenças priogénicas, em tudo semelhantes à crise das vacas loucas (BSE).

Os produtos geneticamente modificados trazem mais riscos do que os tradicionais.
O processo da engenharia genética pode introduzir substâncias alérgicas perigosas e toxinas fatais nos alimentos que eram prévia e naturalmente seguros. Até agora já se sabe de pelo menos um tipo de soja que causa reacções alérgicas severas, e a bactéria geneticamente alterada para produzir enormes quantidades de um suplemento nutricional, o triptofan, produziu contaminantes tóxicos que mataram 37 pessoas e incapacitaram permanentemente 1500 nos Estados Unidos (The New England Journal of Medicine 688, 1994).

Os efeitos negativos para a saúde causados por produtos geneticamente alterados jamais poderá ser irradicado. Ao contrário de uma contaminação nuclear, a poluição genética não pode nunca ser limpa; erros genéticos são passados a todas as gerações futuras de uma espécie.
Aumento da poluição alimentar e da água.
É estimado que cerca de 57% da investigação feita pelas companhias de biotecnologia incide sobre o desenvolvimento de plantas resistentes a herbicidas e por conseguinte isto irá aumentar o uso de herbicidas, trazendo como resultado imediato uma maior concentração de químicos nos alimentos e água potável.

Preocupações éticas sobre a pureza dos alimentos, rótulos enganadores, e o bem-estar dos animais.
A transferência de genes animais para plantas e o uso de informação genética animal nos alimentos levanta questões de ética para pessoas vegetarianas e grupos religiosos. Por exemplo, cópias geneticamente manufacturadas de entranhas de certos animais são utilizadas na produção de queijos que são depois rotulados de “produto para vegetarianos”. Muitos projectos de investigação genética envolvem experiências animais as quais são inaceitáveis para muitas pessoas.
Segurança inadequada nos centros de pesquisa.
Não há na verdade uma segurança quando se fazem experiências com plantações transgénicas, podendo as sementes ser transportadas pelo vento, insectos e pássaros e instalar as mesmas em áreas fora do controle do centro responsável. Não é possível a ninguém, agricultor, ou mesmo governo, isolar-se do perigo potencial e desastroso destas experiências biotécnicas a menos que os governos tomem medidas firmes para evitar tais experiências..
Emidio Carvalho

Para saber mais:

www.i-sis.org.uk
 
 
Estas são palavras do Dr. Shiv Chopra, Médico no Sistema Nacional de saúde do Canadá e autor do livro “Corrupt to the core”:

Qualquer pessoa que tenha conhecimentos mínimos de biologia humana deveria saber o seguinte:
- Todas as vacines, pela sua natureza, são antigénios. E cada antigénio, por definição, tem que ser uma proteína estranha, ou uma substância agregada a uma proteína do próprio indivíduo ou a uma outra proteína estranha;
- Nenhuma proteína estranha pode ser absorvida na corrente sanguínea a menos que seja digerida, na forma dos seus aminoácidos básicos, pelo canal digestivo;
- São estes aminoácidos que uma vez absorvidos na corrente sanguínea são reconstituídos em proteínas do próprio organismo e que são estas proteínas as responsáveis por distinguir cada indivíduo à face da Terra como Eu ou Não-Eu (self and non-self);
- Qualquer interferência ou alteração com estas leis básicas da vida pode causar verdadeiras calamidades ao indivíduo no qual as proteínas estranhas são injectadas, como por exemplo doenças autoimunes (artrite reumatóide, autismo, etc.).
Isto é o que pode estar a ocorrer devido à vacinação das pessoas. surpreendentemente, sou no presente o único cientista que recorda este fenómeno da existência. Se estiver errado gostaria de ser corrigido por aqueles que afirmam possuir melhores conhecimentos nesta matéria.

As proteínas estranhas nas vacinas têm origem não só nos organismos infectados contra as quais desejamos produzir anticorpos que combatam a infecção mas também os meios artificiais nos quais estes organismos são produzidos. Contido nestes meios podem estar incluídos um ou mais dos seguintes materiais: soro bovino, soro equino, clara do ovo de galinha, rins de macaco, células de insectos e mesmo células fetais humanas.
Para além das proteínas estranhas (ao nosso organismo), as vacinas podem ainda conter substâncias perigosas, incluindo mercúrio, alumínio, formaldeído, adjuvantes oleosos, etc. E ainda um sem-número de vírus excedentes com o potencial de causar cancro, HIV, hepatite e por aí fora.

Entretanto, as evidências indicam que, exceptuando a varíola, mais nenhuma doença infecciosa (tuberculose, cólera, tifóide, antrax, varicela, rubéola, difteria, poliomielite, gripe, e outras mais) foi erradicada. E continua a ser assim apesar de décadas de vacinação contra estas doenças. Para além disto, durante este período, a incidência de muitas doenças previamente raras, como o autismo, diabetes, alergias e cancro têm aumentado de maneira pandémica.

Sinto que está na altura de exigir um moratório sobre, pelo menos, a vacinação compulsiva de crianças, profissionais da saúde e pessoal militar, até que estes assuntos sejam revistos e discutidos abertamente de uma maneira transparente com o respectivo envolvimento do público.
(Tradução de Emidio)
 
 
1. Cancro da próstata—ás vezes fazer nada é o melhor
Homens diagnosticados com um cancro de grau elevado da próstata podem viver mais 10 anos sem qualquer intervenção, de acordo com as últimas investigações. Os pacientes diagnosticados com estes cancros agressivos, especialmente se ainda jovens, são submetidos a tratamentos anticancerígenos por forma a melhorar o prognóstico. Todavia, ao rever o progresso de 767 homens com idades entre 55-74 anos, aquando do diagnóstico, os cientistas descobriram que estes homens, todos com cancros da próstata altamente agressivos, tinham mesmo assim uma esperança de vida razoavelmente longa, mesmo sem tratamento (JAMA, 2005;293:2095-101).

2. Cancro da mama—actividade física reduz a incidência de morte
A actividade física pode aumentar a probabilidade de sobrevivência em pacientes diagnosticadas com cancro de mama. As mulheres com este tipo de cancros e que habitualmente praticavam actividades físicas reduziram significativamente a taxa de mortalidade. Os maiores benefícios foram detectados em mulheres que praticavam actividades físicas equivalentes a caminhar 3 a 5 horas semanais—a taxa de mortalidade decresce para metade (JAMA, 2005;293:2479-86).

3. Tratamento de substituição hormonal—piora a incontinência
Um novo estudo revela que os tratamentos de substituição hormonal (TSH), para mulheres durante a menopausa, não ajuda a situação de incontinência, um dos motivos pelo qual este tratamento é receitado. Os investigadores provaram que o TST, com e sem progesterona, não só piora a situação de incontinência, mas coloca as mulheres numa situação em que a probabilidade de sofrer de incontinência é duplicada ao submeterem-se ao tratamento(JAMA, 2005;293:935-48).

4. Analgésicos—está tudo na nossa cabeça?...
Cientistas a estudar a eficácia do paracetamol contra um placebo em pessoas com joelhos artríticos descobriram um rácio de sucesso de 52% em ambos os grupos. Num outro estudo, os cremes NSAID’s (anti-inflamatórios não-esteróides) não mostraram melhores resultados que o placebo. Em contraste, 40 pacientes com artrite reumatóide sentiram alívio significativo nas dores através de um tipo de meditação chamada “mente desperta”. Ao mesmo tempo que reduziam os seus níveis de stress, também as dores provocadas pela doença eram reduzidas (Ann Rheum Dis, 2004;63:923-30; BMJ, 2004;329:324-6; MSNBC News, 13/09/2004).

5. Doenças cardíacas—quem é que realmente faz parte dos grupos de risco?...
Investigadores da Universidade Northwestern, Chicago, testaram um grupo de 3308 adultos jovens para determinar se factores como a impaciência, competitividade, hostilidade, depressão e ansiedade tinham qualquer efeito sobre as probabilidades de a pessoa vir a sofrer de hipertensão. Os cientistas descobriram que apenas a hostilidade aumentava drasticamente a possibilidade de vir a sofrer de hipertensão. A depressão tinha um efeito diminuto, enquanto que a impaciência não tinha qualquer efeito (JAMA, 2003;290:2138-48).

6. Depressão—quando as drogas não funcionam
Não só a Terapia Cognitiva (TC) é livre de todos os potenciais efeitos colaterais dos antidepressivos, mas também produz efeitos positivos a longo prazo. Um estudo que verificou o rácio de recaída em depressão severa concluiu que aqueles que pararam a medicação se encontravam em maior risco de sofrer um relapso do que as pessoas que se submeteram a TC e pararam também o tratamento. Isto sugere que os benefícios da TC têm mais resultados a longo prazo do que os antidepressivos (Arch Gen Psychiatry, 2005; 62:409-16).

7. Champô—químicos podem causar danos ao feto
Exposição prolongada ao agente químico MIT (metilisotiazolinona), utilizado como conservante em muitos champôs e cremes hidratantes, pode afectar o desenvolvimento das células nervosas em ratos—podendo ter efeitos semelhantes em humanos. Todavia, órgãos europeus que supervisionam a segurança destes produtos, afirmam que o MIT passou em todos os testes de segurança, sem qualquer evidência de que consegue ultrapassar a barreira da placenta, passando para a circulação do feto em desenvolvimento (Apresentação na American Society for Cell Biology Annual Meeting, Washington, DC, 5 Dezembro 2005).

8. O leite produz ossos fortes—a verdade ainda não anda por aí
Dizer ás crianças para beberem leite para que cresçam muito e tenham ossos fortes pode não ter qualquer fundamento real. Estes são os resultados de uma análise de 37 estudos diferentes que verificaram o impacto do consumo de cálcio sobre o fortalecimento da massa óssea em crianças e adolescentes. 27 dos estudos não conseguiram demonstrar qualquer ligação entre o consumo de lacticínios e saúde óssea. Os investigadores concluíram que há muito pouca evidência a suportar a recomendação habitual de que ingerir lacticínios se traduz por ossos mais fortes e saudáveis entre as crianças e adolescentes (Pediatrics, 2005; 115: 736-43).

9. Hiroshima outra vez—o que os radiologistas não lhe dizem
Uma Tomografia Computorizada (TAC) a todo o corpo expõe a pessoa a radiação igual à sofrida pelas vítimas das bombas atómicas de Hiroshima e Nagasaki. Um em cada 400 pacientes submetidos a esta intervenção acaba por desenvolver um cancro fatal; aqueles que se submetem a um TAC anualmente duplicam a possibilidade de sofrer um cancro fatal (Radiology, 2004; 232:735-8).
Por outro lado, os TAC’s há muito tempo que são um assunto controverso devido ás incertezas sobre a sua capacidade de detectar muitas doenças (JAMA, 2004; 292: 1669).

10. Dores de costas—o que o seu fisioterapeuta não sabe (ainda)
Está agora provado que qualquer que seja o benefício da fisioterapia, este ocorrerá no primeiro tratamento.
Investigadores da Universidade de Warwick verificaram o progresso de 286 pacientes que sofriam de lombalgia há pelo menos 6 semanas antes de iniciar fisioterapia. Aqueles que visitavam o fisioterapeuta regularmente não tinham melhores resultados que aqueles que simplesmente seguiam o conselho para ter uma vida mais activa (BMJ, 2004; 329:708-11).
 
 
Há muita desinformação relacionada com esta doença.
É um facto que o nosso corpo diariamente produz células cancerosas. Se o sistema imunitário estiver a cumprir o seu trabalho, estas células são destruídas. O problema surge quando estas células não são destruídas.
Muitas vezes um cancro surge como método escolhido pelo corpo para lidar com uma determinada situação e, logo que a situação seja ultrapassada, o cancro entra em remissão espontânea. O problema é que é praticamente impossível saber quando um cancro está apenas a desempenhar uma função de protecção e quando não.
Saber a causa de um cancro é determinante para a sua cura definitiva. Isto também nem sempre é fácil. Contudo, no caso de adultos, a maioria dos cancros têm uma causa emocional bastante acentuada. Em todas as pessoas com quem estive até hoje, diagnosticadas com cancro, descobri um profundo sentimento de ressentimento, mágoa, vergonha e um desejo profundo que algo do seu passado não tivesse acontecido. A emoção mais difícil de tratar é o ressentimento. Este cura-se única e simplesmente com o perdão dirigido à pessoa que causou os danos. E não é fácil perdoar. Há o perdoar intelectual. Este é fácil.
Mas o perdoar a partir do coração, o perdoar acompanhado de lágrimas, o perdoar em que temos coragem de abraçar aquele que nos magoou e desejar-lhe toda a bondade e amor da vida, esse é o perdoar difícil. O processo de perdoar pode ser lento e doloroso. Temos que ver que a pessoa que nos causou danos foi, ela própria, danificada. Só é incapaz de amar aquele que nunca foi amado. E a maior parte das pessoas nunca foi amada. Quase todos nós, na infância, experienciámos o amor condicionado. É o único amor que muitos conhecem. Daí o esforçarmo-nos tanto por agradar aos outros: inconscientemente aprendemos que só somos merecedores de ser amados quando somos pessoas boas.
Decidimos assim reprimir a raiva, o medo, o despeito, a ignorância, a culpa e a vergonha. Porque queremos que os outros gostem de nós. Não por sermos quem somos, mas por sermos pessoas boas.
O maior entrave à cura é o estado de negação em que muitas pessoas se encontram. Quando lhes é perguntado sobre a sua infância atiram imediatamente a resposta que garanta serem julgadas “pessoas boas”. A pergunta, que pode causar dor, é esta: se é uma pessoa boa porque se está a tratar tão mal a si mesma?
Nós ainda acreditamos que alguém nos virá salvar. Alguém irá tirar-nos do nosso sofrimento. Ninguém nos pode salvar se nós não nos quisermos salvar primeiro. A pergunta que temos que nos fazer é esta: quem errou comigo? Quem é que eu estou a culpar pelo estado em que me encontro? E estar disponível para as respostas.
Há quatro atitudes humanas que são a causa da maioria do sofrimento: a justificação, a negação, o ressentimento e a culpa.
Apesar de já desconfiar, depois de ler “A Cabana” fiquei esclarecido: cada justificação nossa serve para encobrir uma mentira. Quando se apanhar a justificar o que quer que seja pergunte-se: qual é a verdade que estou a esconder?
A negação é a atitude de fazer de conta que está tudo bem. Quando não está. O estado de negação leva-nos a proferir afirmações como “faz parte do processo” ou “no fundo fui eu quem criou a situação”. Isto impede-nos de ir para além da dor. É aquela atitude de “está tudo bem” quando o nosso coração se encontra ferido para além do imaginável.
O ressentimento mantém-nos presos à pessoa que nos magoou. É como se estivéssemos com as nossas mãos a apertar o pescoço da pessoa que nos causou danos. E jamais estaremos livres dessa pessoa enquanto não formos capazes de a olhar nos olhos e dizer-lhe “Eu perdoo-te”. Mas perdoar com o coração é ir mais longe. É abraçar a pessoa que nos causou danos e desejar-lhe, do fundo do coração, o melhor que a vida e o amor têm para oferecer. Só aí estaremos livres. Não perdoamos porque queremos que a outra pessoa seja punida. Esquecemo-nos que a vida se encarrega desse pormenor. Mas enquanto não perdoarmos estaremos sempre acorrentados a quem nos causou danos. E iremos sofrer continuamente, amarrados a um passado que não voltará mas que será sentido todos os dias.
A culpa tem por objectivo apontar o dedo a quem nos causou danos. Rouba-nos poder. Se eu estou onde estou na vida por culpa de outro, então o outro detém poder sobre quem eu sou. E infelizmente vivemos numa sociedade de pura vitimização. Há sempre alguém a quem podemos processar, ou acusar, ou criticar, ou de quem nos podemos vingar.
Há um ditado tibetano curioso: “se queres ser feliz por um dia, vinga-te de quem te fez mal. Se queres ser feliz todos os dias, perdoa quem te fez mal”.
Voltemos ao cancro.
As células cancerosas têm necessidades nutricionais muito específicas. Sobretudo precisam de açúcar e proteína animal. Eliminar estes dois produtos da dieta é uma garantia de obrigar as células cancerosas a passar fome. Em realidade as células cancerosas são extremamente frágeis. Muito mais do que as células saudáveis.
O calor. O nosso corpo tem uma forma de combater invasores que possam interferir com o seu bem-estar: aumentar a temperatura corporal. A maioria das bactérias, vírus, e células cancerosas, só conseguem multiplicar-se e existir dentro de parâmetros muito exactos. A febre é um mecanismo de defesa incrível. Garante a destruição de qualquer agente agressor. Tanto quanto sei, todas as pessoas cujos cancros entram em remissão passam por uma fase de um ou dois dias de febres muito altas. A temperatura elevada garante a destruição das células cancerosas. Combater a febre é um erro. É um erro porque estamos a interromper um processo natural. Há apenas 3 situações em que é importante interromper um estado febril: se a pessoa começar a alucinar, se a febre ultrapassar os 40 graus centígrados ou se se prolongar para lá de 3 dias. A primeira ferramenta que podemos utilizar para baixar a febre é a couve. Colocar folhas de couve nas virilhas, axilas, pescoço e testa. Quase sempre funciona. A couve é um antipirético natural bastante eficaz. Toalhas humedecidas também aliviam. As drogas devem ser sempre a última linha de defesa e nunca a primeira!
 Emídio Carvalho
 
 
1 – Primeira lição importante – Senhora da limpeza

Durante o meu segundo ano no ensino superior, o nosso professor deu-nos um teste.

Eu era um aluno consciente e respondi rapidamente a todas as questões até ler a última:

"Qual é o nome da mulher que faz a limpeza na escola?"
Isto só podia ser uma brincadeira. Eu tinha visto a mulher da limpeza inúmeras vezes.

Ela era alta, cabelo escuro, à volta dos 50 anos, mas como poderia eu saber o nome dela?
Eu entreguei o meu teste, deixando em branco a última questão. Mesmo antes da aula terminar, um dos estudantes perguntou se a última questão contava para nota.

"Absolutamente," respondeu o professor. "Nas vossas carreiras irão encontrar muitas pessoas. Todas são significativas. Elas merecem a vossa atenção e cuidado, mesmo que tudo o que vocês façam seja sorrir e dizer 'olá'."

Nunca esquecerei aquela lição. Também aprendi que o nome da senhora era Dorothy.

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2. – Segunda lição importante – Boleia na chuva

Uma noite, pelas 11:30 p.m., uma mulher de origem Africana, estava apeada numa autoestrada do Alabama, a tentar aguentar uma valente chuva torrencial. O carro dela tinha avariado e ela precisava desesperadamente de uma boleia.
Completamente encharcada, ela decidiu fazer stop ao carro que se aproximava. Um jovem, branco, decidiu ajudá-la, apesar de isto ser uma attitude de bravado naqueles dias de racismo (década de 60). O homem levou-a até um lugar seguro, ajudou-a a resolver a sua situação e arranjou-lhe um taxi.

Ela parecia estar com muita pressa, mas mesmo assim tomou nota da morada do jovem e agradeceu-lhe.

Uma semana mais tarde batiam à porta do jovem. Para sua surpresa, uma televisão de ecrãn panorâmico era-lhe entregue à porta. Um cartão de agradecimento acompanhava a televisão.


Dizia:
"Muito obrigado por me ajudar na autoestrada na outra noite. A chuva não só encharcou a minha roupa, como o meu espírito. Foi então que você apareceu. Por causa de si consegui chegar ao meu marido antes de ele falecer. Que Deus o abençoe por me ter ajudado e ter servido outros de maneira tão altruísta.
Com sinceredidade,
Mrs. Nat King Cole."

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3 – Terceira lição importante – Lembra-te sempre daqueles que servem


Nos dias em que um gelado custava muito menos do que hoje, um rapazinho de 10 anos entrou no café de um hotel e sentou-se a uma mesa. Uma empregada de mesa trouxe-lhe um copo de água.


"Quanto custa um gelado de taça?" perguntou o rapazinho.
"Cinquenta cêntimos," respondeu a empregada.

O rapazinho tirou do bolso uma mão cheia de moedas e contou-as.
"Bem, quanto custa um gelado simples?" perguntou ele.

A esta altura já mais pessoas estavam à espera de uma mesa e a empregada começava a ficar impaciente.


"Trinta e cinco cêntimos," respondeu ela com brusquidão.

O rapazinho contou novamente as suas moedas.


"Vou querer o gelado simples." Respondeu ele.

A empregada trouxe o gelado, colocou a conta encima da mesa, recebeu o dinheiro do rapazinho e afastou-se.

O rapazinho terminou o seu gelado e foi-se embora.

Quando a empregada foi levantar a mesa começou a chorar. Encima da mesa, colocado delicadamente ao lado da conta, estavam 3 moedas de cinco cêntimos…

Não sei se está a ver, ele não podia comer o gelado cremoso porque queria ter dinheiro suficiente para deixar uma gorjeta à empregada.


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4 – Quarta lição importante – O obstáculo no nosso caminho


Em tempos antigos, um rei mandou colocar um enorme pedregulho num caminho. Depois escondeu-se e ficou a ver se alguém retirava a enorme pedra. Alguns dos comerciantes mais ricos do Rei passaram e simplesmente se afastaram da pedra, contornando-a. Alguns culpavam em alta voz o Rei por não manter os caminhos limpos. Mas nenhum fez nada para afastar a pedra do caminho.


Apareceu então um camponês, carregando um molho de vegetais. Ao aproximar-se do pedregulho, o camponês colocou o seu fardo no solo e tentou deslocar a pedra para a berma do caminho. Depois de muito empurrar, finalmente conseguiu. O camponês voltou a colocar os vegetais ás costas e só depois reparou num porta-moedas no sitio onde antes estivera a enorme pedra.


O porta-moedas continha muitas moedas de ouro e uma nota a explicar que o ouro era para aquele que retirasse a pedra do caminho. O camponês aprendeu aquilo que muitos de nós nunca compreendem!

Cada obstáculo apresenta uma oportunidade para melhorar a nossa situação.

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5 – Quinta lição importante – Dar quando conta


Muitos anos atrás, quando eu trabalhava como voluntário num hospital, conheci uma pequena menina chamada Liz, que sofria de uma doença rara e muito grave. A sua única hipótese de salvamento parecia ser uma transfusão de sangue do irmão mais novo, de cinco anos, que já tinha tido o mesmo problema e sobrevivido milagrosamente, desenvolvendo anticorpos necessários para a combater. O médico explicou-lhe a situação da irmã e peguntou-lhe se ele estaria disponível para dar o seu sangue à sua irmã.

Eu vi-o a hesitar por uns instantes, antes de respirar fundo e dizer "sim, eu faço-o se isso a salvar."
À medida que a transfusão ía correndo, ele mantinha-se deitado ao lado da sua irmã, sorrindo. Todos nós sorríamos, vendo a cor a regressar à face da menina. Foi então que o menino começou a ficar pálido e o seu sorriso a desaparecer.

Ele olhou para o médico e perguntou-lhe, com a voz a tremer, "Será que eu começo a morrer já?".

Sendo muito jovem, o menino não compreendeu o médico; ele pensou que teria que dar todo o seu sangué à irmã para a poder salvar.
 
 


 
 

 
 

Olá!

Você acreditaria em mim:


Se eu lhe dissesse que você pode deixar partir qualquer medo muito facilmente?
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 Ø   Não consegue alterar o seu comportamento;
Ø  
Não consegue perder peso;
 Ø   Não consegue deixar de fumar;
Ø  
Não consegue deixar qualquer vicio;
Ø  
Não consegue ter “sorte” na vida;
Ø  
Não consegue aceitar a perda de alguém;
Ø  
Não consegue sentir paz;
Ø  
Não se sente amado/a;
Ø  
Tem que lutar arduamente para conseguir alguma coisa e avançar na vida….

Enfim, acho que está a entender onde quero chegar. TUDO, mas mesmo tudo o que possa estar a perturba-lo/a neste momento você pode muito facilmente deixar partir…  

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